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Fisioterapia é resposta para o tratamento da dor, que afeta 37% dos brasileiros

Um problema que pode parecer simples tem chances de se tornar um transtorno mais grave se não for tratado. A dor tem causas e intensidades variadas e é uma das queixas que mais levam os pacientes a recorrerem à fisioterapia. Prejudica a qualidade de vida e, em alguns casos, pode ser incapacitante. Pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira para Estudo da Dor (SBED) aponta que 37% dos brasileiros, especialmente os adultos, sofrem com dor crônica – definição dada ao desconforto que persiste por mais de três meses. Especialistas lembram que conviver com a dor não é normal e reforçam a necessidade de buscar tratamento.

A dor é uma experiência sensitiva e emocional desagradável, associada a uma lesão tecidual real ou virtual, ou descrita por pacientes em termos de possível lesão. “A dor é o sintoma mais comum na maioria das doenças musculoesqueléticas. Ela pode ser leve ou grave, aguda e de pequena duração, a crônica e de longa duração, pode ser localizada ou generalizada (irradiada para quadril, omoplata, braços, pernas, e outras regiões)”.

Levantamento realizado pelo Ibope Conecta aponta que as dores que os brasileiros mais sentem são na cabeça, nas costas e dores musculares. O estresse é o principal fator que desencadeia a dor de cabeça, enquanto dor nas costas e dores musculares estão relacionadas principalmente à má postura. No Brasil, as dores da coluna são as principais causas de afastamento no trabalho, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A maioria das dores musculoesqueléticas, segundo Alecrim, é de origem mecânica, ou seja, provocada por um movimento ou posição aplicado nos músculos e articulações.

O que pode levar o paciente a sofrer de dores musculoesqueléticas crônicas:

Ficar sentado por muitas horas seguidas
Vida sedentária
Abaixar-se de maneira inadequada para pegar objetos
Dores severas e moderadas também são a queixa de 30% a 45% dos pacientes no momento do diagnóstico de câncer. As dores nas juntas também são frequentes e podem ser sintomas de doenças mais sérias, como artrite ou artrose, bem como uma inflamação nos músculos. Nem sempre, no caso da dor crônica, é possível definir uma causa específica, como ocorre com a fibromialgia, que é uma dor generalizada. Mas o fisioterapeuta ressalta que “quase sempre” a dor crônica pode ser curada.

Tratamento

A fisioterapia é um caminho confiável para corrigir e abolir o problema musculoesquelético, colocando um fim definitivo nas dores, sem colocar em risco o paciente. Atua na reabilitação e prevenção das disfunções dos músculos e articulações e é indicada tanto para casos de dor aguda e de pequena duração, como para casos de dor crônica.

A fisioterapia pode evitar que os pacientes sejam tratados em salas de emergência, tenham que faltar no trabalho, recorram a medicamentos e se submetam a exames e cirurgias desnecessários.

“A dor crônica mais comum no Brasil é musculoesquelética, como a dor na coluna irradiada para braços e pernas, geralmente causadas por desgastes e processos degenerativos, postura ruim, desconhecimento da ergonomia (estudo da interação entre homens e máquinas) e sedentarismo. A maioria dos pacientes quando dispõe do conhecimento adequado sobre as suas dores nos músculos e articulações pode se tratar com sucesso”, explica o fisioterapeuta.
Fisioterapia oncológica

Outra área de abrangência no tratamento da dor é a fisioterapia oncológica, que busca manter a qualidade de vida do paciente no nível mais elevado possível. Este tipo de tratamento é realizado desde o pré-operatório com o objetivo de preparar o paciente para o procedimento e a redução de complicações. Durante o período de internação o foco é global, prevenindo, evitando complicações respiratórias, motoras e circulatórias.

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