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FISIOTERAPIA NO COMBATE À INCONTINÊNCIA URINÁRIA

No próximo dia 14 de Março assinala-se Dia Mundial da Incontinência Urinária. Muitos são aqueles que ainda têm dúvidas sobre como combater este problema de saúde, que afeta igualmente o sexo feminino e o masculino, em diferentes períodos da vida. A fisioterapia é uma das formas de prevenir e tratar a incontinência urinária, através do trabalho de fortalecimento dos músculos do pavimento pélvico. Estes músculos são o chão da pélvis, que suportam todos os órgãos e participam também no encerramento da uretra.

Fala-se em incontinência urinária quando há uma perda involuntária de urina que é suficientemente frequente para se tornar um problema social ou de higiene. A faixa etária mais afetada é a partir dos 50 anos, fruto de problemas relacionados com a menopausa nas mulheres e com a próstata nos homens, mas pode também surgir noutra qualquer idade e ter várias causas, hormonais, pavimento pélvico danificado na gravidez, prática de desporto de grande impacto, entre outras.

A incontinência urinária pode surgir durante a gravidez, com a tosse ou os espirros ou aquando de certos movimentos corporais mais bruscos e intensos. Pode também estar relacionada com uma infeção urinária, com consequências de uma lesão pélvica, tratamentos de radioterapia, ou com certas patologias médicas e neurológicas.

Estima-se que apenas 50% das pessoas com este problema procurem ajuda, sendo que muitas tentam viver com o problema, recorrendo a fraldas ou outros produtos absorventes, com consequentes mudanças no seu estilo de vida. Provavelmente, esta atitude prende-se com o facto de se sentirem embaraçadas ou envergonhadas com o facto de admitirem esta condição perante alguém.

O recurso à fisioterapia como método de tratamento ainda não é muito divulgado, mas é, sem dúvida, um dos mais eficazes no combate a este problema. A fisioterapia procura fazer uma reeducação dos músculos do pavimento pélvico, principalmente para fortalecer ou reativar esses músculos, que são importantíssimos para conseguir manter os esfíncteres fechados de forma a encerrar a uretra e não permitir que a urina saia. Cada caso deve ser tratado individualmente, mas nas primeiras semanas de fisioterapia os pacientes começam a ver o resultado do fortalecimento destes músculos. Normalmente é estipulado o tratamento na clínica uma vez por semana, mas é imprescindível continuar os exercícios musculares em casa.

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